Sim é Sim, Não é Não, e o papa é seu guardião

/
0 Comentários
É verdade sim que em nossa vida nem tudo poder ser preto no branco no tema da moral. Cada situação concreta exige uma análise, cada caso é um caso. Mas isso é na análise de uma situação concreta! A regra geral, abstrata, tem de ser preto no branco, Sim é Sim, Não é Não. Cada um que saiba aplicar na situação em específico. Os Dez Mandamentos dizem "Não matarás" e ponto final, ora, Moisés, versículos depois, aplica-a ou não ao caso concreto aos idólatras do Bezerro de Ouro, inclusive condenado-os à morte sob o apoio de Deus. O Magistério da Igreja, como um legislador e guardião da lei abstrata, precisa, sem dubiedades, dizer que o preto é preto e que o branco é branco, e o que vem além disso vem do Maligno. Quem vai tratar dos condicionais é um tribunal canônico, se algum caso concreto for submetido a ele. O casamento é indissolúvel e ponto final, um tribunal canônico diocesano depois analisará - em determinado casamento - se foi consumado ou não, mas o casamento JAMAIS deixará de ser indissolúvel, porque jamais cairá um 'i' ou 'j' da Lei. Isso aprendemos até na nossa lei penal, onde homicídio é crime, mas cada juiz que analise cada processo de homicídio que chega até ele. A lei não fica com relativismos, "veja bem", "mais ou menos", "sim e não" . Pior de tudo, transformar a implosão da lei moral por um recente relativismo magisterial e querer fazer dela um Fla-Flu entre grupos políticos na Igreja atual é de uma imbecilidade sem caráter, um casuísmo fruto da decadência, pelo menos, do pensamento brasileiro, para ser educado.


Você também pode gostar

Nenhum comentário:

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.