Impostura até ao falar

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Nunca confiem em quem fica imitando linguagem eclesiástica de documentos da Igreja.
NUNCA. É fingimento puro e simples. Assim como um juiz ou promotor não falam em "juridiquês dos autos", nem médicos falam em "anatomês de exames", nem engenheiros falam em "fisiquês de projeto", ninguém no Vaticano fala em "eclesiástiquês de encíclica". A linguagem técnica ou é usada em documentos técnicos ou exposição técnica, em ambientes restritos em que ela é necessária. Ninguém fala em linguagem técnica fora de suas necessidades. Jargão fora do ambiente dele é falsificação. O povo ficava justamente admirado com Jesus porque ele ensinava certo e inteligível, e "não falava como os doutores da lei" (E ele podia muito bem fazer isso, já que aos cinco anos de idade os impressionou no Templo.)
Não confiem em nenhum Zé Ruela que deseja falando imitar cardeal escrevendo. Se até o jeito de falar é imitação e impostura, o que se dirá dos argumentos?


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