É mais importante do que nunca que divulguemos o Islã e as palavras de seu profeta para os cristãos.

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É mais importante do que nunca que divulguemos o Islã e as palavras de seu profeta para os cristãos.

Explico: Como é moralmente aceito (taquiya) pelo Islã que um muçulmano minta e distorça para submeter o Khafir (infiel), os seus missionários (com amplo apoio da imprensa e dos petro-dólares) apenas divulgam a pequena parte paz e amor para conseguir seus conversos. Depois vem as letras miúdas, infelizmente a maior parte do volume de texto, cuidadosamente mantidas em árabe. Religião de Paz, é?

O rei Davi disse que o abismo atrái outro abismo. E atraí mais quando ele é pintado de Paraíso.

Precisamos mostrar o Islã em sua "glória" todo inteiro, a Histótria de seus califas e suas sucessões de dinastias, as proezas militares (sim, militares!) do profeta, como ele e sucessores lidaram com os Khafir e o que aconteceu com a cultura superior helenística e a liberdade cristã onde a bandeira da jihad chegou. Também veremos a paz e harmonia que reinam entre sunitas, xiitas, alawitas, e outros itas da vida. Veremos como Meca e Medina são grandes centros de igualdade, e que todos os povos são bem-vindos.

Nosso Senhor Jesus Cristo disse que o que ele ensinava às ocultas deveria ser gritado no telhado. É um bom conselho até para o Corão e a Sunna. As obras da luz crescem com a luz. Já as das trevas são extintas.


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4 comentários:

  1. Frei, este é um tema fundamental. Estou ansioso para aprender!

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  2. Frei, como explicar então o domínio dos mouros por 8 séculos na península ibérica? Lá eles não obrigaram ninguém a se converter e trouxeram paz e prosperidade à região.

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    1. 1 - Não foi 8 séculos
      2 - Não houve prosperidade nenhuma
      3 - Houve sim morticínios e razias terríveis contra os cristãos
      4 - Os governos muçulamanos na Peninsula não eram tão fortes quanto seus congêneres do Oriente, e brigavam entre eles mesmos
      5 - Quando convém e quando os muçulmanos estão fracos eles são tolerantes e usam das populações subjulgadas para governar. Se no próprio Califado Abássida, em plena Bagdá e há poucas gerações de Maomé, eles se usavam de judeus e cristãos para governar o califado, quanto mais no pobre governo mouro da Espanha. Ou seja, a Peninsula Ibérica ficasse mais tempo sob o Islã seria um lixo como é agora a Palestina, o Irã e a Arábia. E a intolerancia apenas cresceria.

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