O escorpião petista e o sapo Cunha

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Era uma vez um sapo esperto chamado "Batraquius Cunha". O escorpião 'Dilmis petisticus" pediu que ele o levasse pelo rio em suas costas. O sapo Cunha sabia que o escorpião o detestava e que iria o picar mesmo que fosse morrer depois, portanto planejava se virar no meio do rio e deixar o escorpião petisticus se afogar sozinho.

Só que o sapo Cunha esperou demais o momento certo de chegar no meio do rio, e o escorpião petisticus o picou com uma mortal dose de veneno suíço "janotis petralhianus". Quando estava morrendo, o sapo Cunha, desapontado pela sua demora, perguntou se o escorpião Petisticus não ligava que ele ia morrer também. O escorpião respondeu:

- Negativo, companheiro. Quem vai morrer é você, Cunha. Eu não te contei, mas eu sei nadar. Eu contava que você seria muito esperto para planejar o tempo de me afogar depois de ter me carregando nas suas costas. Eu só dei tempo ao tempo e te peguei na sua esperteza. Agora morre você como eu queria que devo chegar ao fim de meu mandato, digo, no outro lado do rio.


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