Não vomite se puder: Fábio de Melo no show petista

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2 Comentários


Um leitor no facebook me passou este vídeo. NOJENTO!!! Que Fábio de Melo era herege e vaidoso, até efeminado, isso já sabemos. Petista agora, irca!!!

Observem, leitores, como o círculo se fecha. Fábio de Melo tem afinidade com o PT. Ora, a mídia também. E a mídia lança ele como exemplo. Ou seja, apenas quem tem afinidade com o PT ganha exposição como "líder da Igreja", como grande "figura religiosa".

Não é a toa que Dom Hellder Câmara, um homem que nunca se viu dar um pão com manteiga a um pobre, é canonizado pelos jornais esquerdopatas!



O tempora, o mores!!!


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2 comentários:

  1. O que incomoda no Padre Fábio de Melo é que ele não precisa agir como um palhação, como fazia Marcelo Rossi e tantos outros da dita "renovação carismática". Ele consegue ser moderno sem agir como um idiota. É um dos poucos padres mais novos que consegue atingir as pessoas em idades variadas. Não é um padre de público restrito como muitos padres caquéticos e ultra-conservadores que não conseguem atingir a juventude, também não é um daqueles padrecos que só conseguem falar com os jovens, com mensagens irrelevantes e alienantes. Fábio de Melo é culto, inteligente, eloquente e, apesar de ser acessível não é populesco. A igreja não o excomungou, tampouco os fiéis, pois estes não tem poder para fazer isso. Excomunhão é um ato imposto de cima pra baixo. Na Igreja Católica existem duas formas de alguém ser excomungado: uma automática e a outra declarada.

    O caso automático é chamado em latim de latae sententiae e significa que a excomunhão começa no exato momento em que a pessoa cometeu o erro. Alguns exemplos para esse tipo de excomunhão são: a prática de um aborto; a revelação de um segredo de confissão; a ordenação de um bispo sem mandato pontifício, isto é, sem nomeação do Papa; atos de violência contra o Papa; a profanação da Eucaristia (hóstia ou vinho consagrados, que para os católicos são corpo e sangue de Cristo). Como o caso que aconteceu com o Padre Beto do interior de São Paulo.

    Já o outro tipo é o ferendae sententiae, no qual a excomunhão só começa a valer quando alguma autoridade da Igreja a declara – geralmente após um processo de análise, investigação, entrevista, uma espécie de julgamento mesmo, que tem uma sentença. Nesse caso caberia o exemplo da Frei Leonardo Boff, o qual, a exemplo de Martinho Lutero, foi convocado pelo próprio Papa, numa conversa a portas fechadas, numa tentatva de persuadi-lo a reavaliar seu posicionamento perante os dogmas da Igreja.

    Em relação ao Pe Fábio de Melo houve apenas um pedido, por uma minoria insignificante de católicos que este se retratasse em relação a alguns posicionamentos, tanto em suas pregações quanto em algumas entrevistas que deu nos últimos tempos. Pedido feito, ele se retratou e formalmente está tudo ok. Caso não se retratasse poderia haver uma espécie de processo disciplinar e, em caso muito extremo, haveria a excomunhão chegaria as vias de fato. Mas duvido que isso ocorreria duranto o Papado do Papa Francisco. Uma excomunhão não é um ato tão simples de acontecer. Há várias possibilidades de recorrer. Para decepção dos católicos mais conservadores o Papa Francisco vai muito além das declarações do Padre Fábio de Melo. Fábio de melo soube a hora certa para fazer as declarações que fez. Ele já pensa dessa forma há muito tempo, mas só agora resolver falar de forma mais aberta. Está longe de ser um revolucionário como Lutero ou Leonardo Boff. Está mais para um estrategista que ama a Igreja e quer modificá-la internamente, contrário de Lutero que bateu de frente com a igreja ou de Leonardo Boff que tentou criar uma igreja paralela dentro da própria Igreja. Ele apenas segue o curso natural da evolução do pensamento. As questões que hoje chocam, daqui uns tempos serão vitas como absolutamente normais. Ele apenas repete parcialmente o discurdo de Lutero, Boff e tantos outros que foram rejeitados em outros momentos. Um velho e rejeitado discurso numa linguagem nova para um tempo novo.

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