Por uma Igreja menos vermelha

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No século XX vimos dois fenômenos, um bom e outro ruim. O bom foi que os avanços de comunicação permitiram que a hierarquia da Igreja esteja presente e se faça sentida em todos os pontos. O ruim, ajudado pelo bom, é a infiltração do comunismo na Igreja, corrompendo a hierarquia. No passado nacos da hierarquia já foram usados para ajudar esta ou aquela dinastia, este ou aquele cisma, mas tudo muito pontual e local, este poder era efêmero e nunca atacava a doutrina. Hoje em dia a coisa está bem mais infeccionada.

O desafio do catolicismo nos próximos séculos será como manter a hierarquia e a integralidade do governo da Igreja, ao mesmo tempo em que cria mecanismos contra a cooptação desta hierarquia e anticorpos para enfrentar formalmente as apostasias não declaradas, nem que sejam no topo. Os leigos sempre têm papel fundamental nisso, até porque a hierarquia não tem poder sobre eles. No passado a plebe romana ia jogar lixo na porta dos maus papas, algum rei mais ambicioso dava uma bem mundana sova num papa ou bispo, um formidável santo surgia comandando um renascimento na vida eclesiástica, ou no pior caso uma grande heresia explodia fazendo, pelo bem ou pelo mal, a hierarquia acordar. Hoje em dia estes processos erráticos não mais se aplicam.

Penso que para já poderíamos tomar algumas medidas, como os leigos se negarem a contribuírem financeiramente a paróquias e dioceses cujos líderes sejam, que os campos de doutrinação marxista das CEBs sejam completamente ignorados e reconhecidos como o lixo que são, e que o que a CNBB ordena e recomenda seja ignorado completamente, até para o bem da nossa vida espiritual (até porque a CNBB não é parte da hierarquia da Igreja).


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