Camisinha é a proteção dos tolos

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Veja - Um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) divulgado nesta quarta-feira aponta que os novos casos de infecção pelo HIV e de mortes associadas à doença cresceram no Brasil nos últimos oito anos. 

É verdade que caiu no mundo. Mas o mundo é mais inteligente que achar que apenas o preservativo é algo. Eu sei que Uganda não deve pesar tanto nas estatísticas, mas o único pais do mundo em que a AIDS realmente baixou usando a castidade e fidelidade como forças motrizes. Aqui no Brasil é só "camisinha, camisinha, camisinha". Bem, na hora H, não precisa ser um confessor para escrever isso, a camisinha é a últimas das prioridades se não houver. É mais fácil um cachorro recusar uma linguiça que um na hora do momento deixar de se fornicar sem ter preservativo.

Ai vai o governo e distribui camisinhas. Pena que quando se está loucão - momento muito propício para a fornicação - também a camisinha não é prioridade. Pode estar deitado num caixote de camisinhas, não se usa. Ponto. 

Finalmente, há aqueles que fazem mais que bodes com camisinha, com seus inúmeros rompimentos, solturas, vazamentos ou simplesmente má qualidade de permeabilidade ou simplesmente boa permeabilidade ao vírus da Aids mesmo com boa qualidade.  Então vão curtir sua camisinha no necrotério, vestindo camisão de terno.

 O Treponema pallidum
é mais persistente que a subversão
maxista-leninista
Sem contar a Sífilis... ô, da sífilis ninguém fala. Mas da sífilis, se me permitem uma ironia, teve uma coisa boa, matou Lênin. O lado ruim é que ela levou vinte anos, desde que ele a pegou quando largava a camarada Krupskaya para ir nos bordéis parisienses no início do século... Mas Lênin não tinha sífilis associada à Aids como é hoje em dia. Garanto a vocês, quem tem sífilis e Aids não tem tempo de vida de fazer a Revolução como ele, e sim as bactérias e os vírus que fazem a Revolução em você.

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Reinaldo Azevedo (...) As campanhas oficiais contra a difusão da AIDS estão essencialmente erradas. E não é de hoje. A camisinha segue sendo a principal barreira material contra a difusão do vírus. Mas ela é pouco eficaz quando não existe a barreira moral. E falo em moral em sentido amplo, que remete às escolhas pessoais — não a moralismo estridente e de fachada. O estímulo ao sexo irresponsável, homo ou heterossexual, é uma das raízes da proliferação ainda brutal da doença. Pensem, por exemplo, no que se transformou a Vila Madalena, em São Paulo, nos dias da Copa. Todos vimos: venda de drogas e de álcool a céu aberto, ausência completa de poder público, leis básicas da civilidade e da civilização jogadas no lixo. Todos assistimos a filmes e imagens: quantos, naquele embalo, vão se lembrar da camisinha? Ainda me lembro de uma propaganda oficial do Ministério da Saúde em que dois rapazes de conhecem num bar. Na sequência, aparecem na cama. Um deles acorda e toma um susto. Só se tranquiliza quando vê no criado-mudo o invólucro rompido da camisinha. Pergunto: era campanha contra a AIDS ou a favor do sexo irresponsável? Quem não consegue nem mesmo se lembrar se usou ou não o preservativo está mesmo protegido? A propaganda oficial, feita pelo Estado, deve, na prática, estimular a que se leve para a cama uma pessoa que acabou de conhecer?




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3 comentários:

  1. UM GOVERNO SEM PRINCIPIOS ÉTICO-MORAIS NÃO PASSA DE UM BANDO DE MALFEITORES - Bento XVI.
    Camisinha como solução anti AIDS sempre foi a proposta do pé-de-cana, a cara desse desgoverno petralha querendo liderar a sociedade, incidindo no acima junto com o séquito de seus seguidores, apoiadores e eleitores, cujo objetivo primordial é alienar, massificar, e extinguir a fé cristã da sociedade para mais facilmente a submeter.

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  2. Frei, acompanho sempre seu blog.. leitor assíduo!

    Mas um adendo: AIDS continua sem cura, mas Sífilis sendo tratada não mata. Hoje em dia com penicilina ou antibióticos (pra quem é alérgico a penicilina) há sim cura pra sífilis. Caindo 4 graus do VDRL não há mais sífilis no corpo, apesar de permanecer a "cicatriz" imunológico, mas sem perigo, ressalto. O problema é quando se descobre anos depois e acontece a chamada sífilis terciária, atingindo o Sistema Nervoso ou coração, por exemplo, assim sim o "bicho pega". Mas tratado no começo não há perigo algum.

    Obs: sou da área da saúde, por isso quis contribuir com o comentário.

    Abraço.

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    1. Eu sei que a sífilis tem cura, mas como combater uma doença que vem se espalhando por conta de comportamentos de risco apregoados pela propaganda oficial que são falhos? Enfermeiras de posto de saúde já me confidenciaram que propositalmente eles não recolhem estatísticas epidemiológicas de sífilis porque demonstrariam cabalmente a falha da política oficial anti-Aids

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