O Bloco das Vadias se mistura à Unidos da Hipocrisia

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"Derrubem as cruzes para salvar a geração"
Do Facebook de Francisco Razzo - Não deixa de ser curioso o carnaval não despertar grandes movimentações e fúrias por parte de ativistas como Marcha das Vadias e Femen. Claro, invadir Igrejas Católicas do século XVII com velhinhas rezando é logisticamente mais fácil de chamar a atenção do que encarar a Sapucaí – ícone da cultura nacional. Se há alvo para ser atacado como representação da opressão e submissão das mulheres, o lugar não é ir à Igreja, mas cair no samba. O problema é a concorrência: na estética da avenida, o ato político de mostrar os peitos não seria tão escandaloso. Lá o corpo é objeto de consumo estético e catarse coletiva: o corpo é reduto de uma experiência pagã secularizada, o culto inglorioso do efêmero. O dia seguinte é reservado à ressaca. No caso das ativistas, os seios aparecem como símbolo de resistência política, objeto de poder, proteção e afirmação da única posse legítima: o corpo próprio. Sem dúvida é mais fácil escandalizar velhinhas cantarolando em latim. No afã do carnaval uma ativista de peito de fora é só mais uma coisa com o peito de fora; e é difícil ser criativa quando o único objeto de poder é a violência tirânica de um par de tetas.


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Um comentário:

  1. O CARNAVAL É O FESTIVAL ANUAL DE SATÃ, ACOMPANHADO DE SEUS SÚDITOS, COMO DOS NEO PAGÃOS, FÊMEN E AS DAS MARCHAS DAS VADIAS!
    Nesse mundo presente em que o paganismo é entronizado a cada instante, prestigiado nas diversas ESCOLINHAS DE SATÃ - movimentos Fêmen/Marchas das Vadias, sexo-novelas, dos vídeos pornôs e dos BBBs e similares - em que seus súditos, em geral ex cristãos, agora neo pagãos, todos os dias naquela hora determinada comparecem à telinha da tv para ouvir seus "ensinamentos" por meio de seus atores, dentro do lar num aprendizado de como se perverter, ofender e desafiar a Deus publicamente..
    Aliás, as aulas dessas Escolinhas de Satã acima não passam de o bordel trazido para dentro de seu lar, dado o conteúdo de tramas, trapaças, cenas eróticas e perversas.
    O carnaval é uma festa especial em que Satã reúne seus súditos em festejos de rua e, nessa oportunidade, apresentam o aprendizado do período, como exibindo todo o erotismo e lascívia muito bem doutrinados no decorrer do ano e, nessa oportunidade. é como uma exposição geral, sobressaindo-se dos que melhor aproveitaram o curso..
    São Francisco de Sales dizia: “O carnaval: tempo de minhas dores e aflições”. Naqueles dias, esse santo fazia o retiro espiritual para reparar as graves desordens e o procedimento licencioso de tantos cristãos, tempo de penitencia, jejum e visitas ao SS Sacramento em reparação das ofensas perpetradas contra Jesus Cristo. Aliás, um desafio público ás suas leis.
    Um católico consciente sabe que o carnaval não é uma brincadeira sadia; é há tempos uma orgia sob a forma de divertimento, oportunidade de muitos excessos, o qual é igual ou pior que as pagãs bacanais romanas..
    São Vicente Ferrer dizia: “O carnaval é um tempo infelicíssimo, no qual os cristãos cometem pecados sobre pecados, e correm à rédea solta para a perdição”.
    O Servo de Deus, João de Foligno, dava ao carnaval o nome de: “Colheita do diabo”.
    Certamente Satã ficará muito satisfeito com a presença dos seus prestigiando suas festividades, exibindo-se conforme ensinamentos e a todos recompensará pela manutenção da fidelidade a seu chamado até o fim da existência ajudando a espalhar seu reino e poderão tê-lo por toda a eternidade, se não converterem a tempo para Deus.

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