Apontamentos para a vanidade de uma moralidade médica

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1 Comentários
Muito cuidado ao criar uma "teologia do corpo" própria. A ciência humana, vã ciência humana, não consegue chegar a absolutos morais do que faz bem ou mal para a saúde para criarmos uma moralidade em cima.

Portanto não se pode dizer que praticar algo que faça mal à saúde seja pecado. E quem quiser fazer uma pobre analogia com o suicídio, lembre-se que fazer mal não é desejar o fim da vida de maneira deterministica como no suicídio. 

Aliás, esta mesma é a ciência que deseja cagar regras para o aborto, a eutanásia, a inviolabilidade do preservativo... 

Não vou ficar surpreendido se no futuro descobrirem que fumar até faz algum bem...


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Um comentário:

  1. HÁ HOJE UMA TEOLOGIA DO CORPO, MAS CONVENCIONAL..
    A moralidade médica modernista rolando por aí acerca da "teologia do corpo" difere substancialmente da proposta pelo Beato J Paulo II pois ela se fundamenta em alicerces postados em terrenos movediços, assim como hoje determina isso, amanhã por interesses ou conveniências poderá mudar de direção.
    É o caso das dietas: hoje excelente; passado um certo tempo prejudicial por sempre se basear em criterios e/ou conveniências humanas e, como tal, sujeitas a todo tipo de intempéries.

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