A luta de classes no Brasil

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Olavo de Carvalho  - A luta de classes, no Brasil, não é entre operários e patrões. É entre o lumpenproletariat que Marx abominava e a maioria da população, especialmente a classe média, aí incluída uma boa parcela do operariado, se não ele todo.
Cada uma dessas facções tem seus aliados permanentes. A primeira tem, acima de tudo, o governo e os partidos de esquerda que o dominam. Aí mesclados, vêm logo os intelectuais acadêmicos e os estudantes universitários.
Destes últimos, cinquenta por cento, segundo um cálculo otimista (v. http://blog.portalexamedeordem.com.br/blog /2012/11/pesquisador-conclui-que-mais-de-50-dos-universitarios-sao-analfabetos-funcionais/), são considerados analfabetos funcionais.
Excluídos irremediavelmente da alta cultura, e não tendo a menor idéia de que são vítimas de si mesmos, encontram no ódio projetivo à sociedade o alívio de uma culpa recalcada no mais fundo do seu inconsciente. Sentem por isso uma afinidade instintiva com os bandidos, drogados, narcotraficantes, prostitutas, prostitutos e outros marginais.
A terceira faixa de aliados do lumpen são as ONGs, as fundações bilionárias e os organismos internacionais, que não cessam de nos impor leis e regulamentos que praticamente inviabilizam a ação da polícia e desarmam a população, a qual assim não tem meios de defender-se nem de ser defendida.
Em seguida, vem a grande mídia, que, mesmo onde discorda do governo em algum ponto de seu específico interesse, não deixa de fazer eco passivo aos mesmos critérios de julgamento moral que orientam os governantes, aplaudindo, por exemplo, a senadora Benedita da Silva quando esta se debulha em lágrimas por um bandidinho estapeado e amarrado a um poste e não diz uma palavra quanto à menina queimada viva no Maranhão ou, mais genericamente, quanto aos setenta mil brasileiros assassinados por ano.
O alto clero católico, por meio da CNBB, comunga dos sentimentos da senadora Benedita. Vêm, por fim, os patrões, os capitalistas, os burgueses. Estes não costumam pronunciar-se de viva voz nessas questões, mas, como aliados e colaboradores ao menos passivos do governo, dão sustentação econômica e psicológica à política pró-lumpenproletariat.
A outra facção – isto é, o restante da população brasileira – encontra apoio em mais ou menos uma dúzia de jornalistas, radialistas e blogueiros execrados pelo restante da sua categoria profissional, entre os quais eu mesmo, o Reinaldo Azevedo, a Rachel Sheherazade, o Felipe Moura Brasil, o Rodrigo Constantino, a Graça Salgueiro.
Tem também algum respaldo – tímido – nas polícias estaduais, em alguns púlpitos evangélicos isolados e ainda em dois ou três parlamentares, como Jair Bolsonaro e Marcos Feliciano, que na Câmara Federal imitam João Batista pregando aos gafanhotos. That's all, folks.
Nada pode caracterizar melhor a presente situação do que a total inversão das proporções, em que os nominalmente desamparados recebem todo amparo do establishment enquanto a população inerme se torna a imagem odienta do opressor capitalista.
No caso do garoto amarrado no poste, a reação indignada contra os populares que ousaram "fazer justiça com as próprias mãos" partiram especialmente de pessoas que, quatro décadas atrás, faziam exatamente isso.
Entretanto, ninguém, no parlamento ou na mídia, terá a coragem de espremer a presidente Dilma na parede com a pergunta: Quando você assaltava bancos estava cometendo uma injustiça ou fazendo justiça com as próprias mãos? Tertium non datur.
No entender do nosso governo, só quem tem o direito e até o dever de fazer justiça com as próprias mãos quando acha que a Justica falha são os terroristas de esquerda, como José Genoíno e a própria Dilma. Esses têm o direito até de condenar à morte e executar a sentença. Os outros têm a obrigação de aceitar resignadamente o homicídio, o roubo, o estupro como se fossem fatalidades da natureza.
Mais significativo ainda é que, quando a Rachel Scheherazade, com lógica inatacável, explicou a agressão ao delinquentezinho como reação espontânea e quase inevitável de uma população desprovida de proteção estatal, os mesmos que criaram essa situação tenham saído gritando "Apologia do crime! Apologia do crime!", como se eles próprios não viessem há décadas fazendo a apologia dos terroristas que um dia, sentindo cambalear muito menos do que hoje a ordem legal, tomaram a justiça nas suas próprias mãos.
Todas as idéias e atitudes do grupo pró-lumpen, especialmente as dos professores e estudantes universitários, explicam-se por dois fatores igualmente endêmicos: o analfabetismo funcional e o fingimento histérico. Ambos, intimamente associados, deformam o sentido de todas as comunicações verbais e invertem a ordem da realidade.À aliança de marginais, governo, ONGs, capitalistas, igreja, mídia e intelectuais, chamam "povo oprimido". Ao restante, denominam "minoria privilegiada".
De todas as classes que compõem a sociedade brasileira, só uma ainda não tomou partido nessa guerra: as Forças Armadas. Seu silêncio pode tanto refletir uma indecisão perplexa quanto um ódio contido.
Na primeira hipótese, quando acabará a indecisão? Na segunda, ódio a quem? As Forças Armadas são o fiel de balança. O futuro depende inteiramente delas.


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5 comentários:

  1. OS COMUNISTAS QUEREM SE TORNAREM OS NOVOS IMPERIALISTAS, TOMANDO O QUE PERTENCIA AOS ANTERIORES PATRÕES, À FORÇA!
    O COMUNISMO É A DOUTRINA DA INVEJA E DA COBIÇA DOS BENS ALHEIOS!
    Chamamos classes sociais aos grupos de homens que se diferenciam entre si pelo lugar ocupado na produção ou seja patrões e empregados e, segundo a teoria marxista, essas classes diferenciam-se às vezes imensamente, gerando conflitos - que eles mesmo montam e atiçam, a luta de classes - mas muitos dos patrões chegados a esse patamar são devido à capacidade de liderança e de empreendimento pessoais, em detrimento de outros que não se arriscam e cultivam a indolência, inveja e despeito pelos que ajuntam bens, daí haver uma classe ser dominante e a outra dominada, o que leva aos dominados buscarem mudanças políticas, sociais, econômicas, etc., e os comunistas se apresentam como os promotores e libertadores desses oprimidos, embora não passe de uma bem montada farsa..
    Nesse caso, ao tentarem se apossarem das posses alheias, ferem ostensivamente o 8º Mandamento das leis de Deus, não furtarás, de imediato é uma doutrina totalmente anti cristã e geradora de conflitos.
    A luta de classes, ou seja, o confronto aberto ou velado que se produz entre as classes dominadora e dominada em favor de seus interesses, acontece de diferentes formas e atingiu graus no desenvolvimento da sociedade, no presente graças á repudiável doutrina comunista do sr deus-Estado, o qual quer ser o proprietário, gerente e distribuidor único de todos dos bens, cerceando as liberdades individuais de todos, inclusive direitos de vida de morte sob os que governam, ideologia do PT, PSOL, PSTU, PC do B, escravagistas de última geração, estilo século XXI.

    5 anos atrás
    PATRÕES!

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  2. Mui estimado frei,
    São sempre certeiras as pedradas do dr. Olavo. Mas como sou chato, tenho que procurar algo para reclamar... Em meio à essa bagunça, o dr. Olavo parece apegar-se à qualquer faiscazinha. Mas cuidado, nem sempre fogo de palha é suficiente para acender uma fogueira...
    Desespero faz isso com a gente. Um doente terminal apela pra tudo: manginda, cirurgia do dr. Fritz, homeopatia... mas uma cabeça fria sabe que polícia é polícia e bandido é bandido...
    Quando vejo nomes como Marcos Feliciano e Jair Bolsonaro citados como baluartes do conservadorismo, começo a ficar preocupado. Quando vejo esperanças depositadas em "alguns púlpitos evangélicos" fico mais preocupado ainda. E quando vejo generalização do clero católico... não dá!
    Como o próprio frei já falou, os protestantes (ou evangélicos, como gostam de ser chamados os protestantes tupiniquins) são figuras úteis ao sistema. Os "Felicianos" e "Bolsonaros" não passam de estereótipos. Fala sério! Trocar ofenças com travecos no horário nobre de emissoras decadentes não faz de ninguém um baluarte do conservadorismo. Se apresentarmos essas figuras, mais sujas que pau de galinheiro, como "conservadores", estaremos fazendo um grande mau à causa.
    E por favor, vamos lá... Os púlpitos evangélicos não estão interessados em restabelecer a ordem, pelo contrário. Querem criar uma nova ordem. Os "malafaias" da vida não estão interessados em defender a moral e os bons costumes, antes disso querem fazer adeptos para aumentar a arrecadação.
    Quanto ao alto clero católico, erra muito quem generaliza. Ora, duvido muito que D. Aluízio Opperman faça apologia ao governo. O que dizer do saudoso D. Gonzaga Bergonzini? Será que ele votou na Dilma? Acredito que não... Também não me parece que D. Henrique seja socialista... E D. Odilo Scherer? Não consigo imaginá-lo sacudindo uma bandeira vermelha...
    Mas vamos lá... essas vozes são expertamente silenciadas pela grande mídia. Ora, quando se fala de Igreja Católica só aparecem os "Fábios de Melo", dos "Freis Betos", dos "Boffs" ...
    Então, a mídia planeja tudo meticulosamente, dando voz a quem lhe favorece e silenciando quem a pode contestar. Com isso, ela faz o seguinte:
    - pinta uma imagem de bons moços (normalmente artistas globais ou estrelas da ONU) defendendo as causas libertinas;
    - pinta uma caricatura de conservador formadas por sujeitos cômicos com muita garganta e poucos culhões, como os malafaias e felicianos;
    - pinta uma caritactura de católicos, formados por padres boa-praça mais preocupados com auto-ajuda do que com doutria ("fábios de mello"), ou por padres progressistas injustiçados pela malvada cúria romana (lembram-se do padre Beto?)
    - silencia os verdadeiros clérigos católicos que são a única esperança de uma virada de jogo. Alguém aqui acredita que o pe. Paulo Ricardo vai algum dia aparecer no horário nobre da Rede Globo? Alguém acredita que D.Fernando Rifan vai aparecer rezando missa na TV?

    Pois então, me incomoda essa história de depositar esperanças em felicianos e bolsonaros. Me incomoda muito esperar algo de bom dos púlpitos dos hereges. Esperença só há em Cristo, e Cristo só há na Igreja Católica. Prudência e caldo de galinha nunca fizeram mal a ninguém.
    Cordialmente
    Dr. Cascadura Ferrão
    Diplomado em Datilografia pelo Instituto Universal Brasileiro

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  3. Anônimo anti Suicidio11 de fevereiro de 2014 14:27

    Parte nº !
    Senadora petista Ana Rita toma partido em favor do crime. Não, eu não exagero. E onde está a oposição a isso?
    By lucianohenrique on 9 de fevereiro de 2014
    Eu vou escrever isso de forma tão simples quanto possivel: os esquerdistas, em essência, optam pelo marginal em detrimento de suas vítimas. Isso ocorre por que eles precisam que suas mentes acomodem duas crenças: (1) o ser humano é essencialmente bom e remodelável a vontade, (2) o estado é responsável por permitir que todos exerçam essa “bondade”.
    Evidentemente é uma crença que só enganaria crianças, mas, juntas, elas tem uma função básica: sustentar o discurso pedindo inchaço estatal, que, no fundo, agrega a totalidade dos objetivos da esquerda. Em outras palavras, todo esse discurso em defesa de marginais, feito por esquerdistas funcionais (e patrocinado por beneficiários), não passa de um grande negócio em prol de burocratas, todos eles andando em carros blindados e vivendo em condomínios lotados de seguranças.
    Ao avaliarmos o comportamento dos esquerdistas contra Rachel Sheherazade, vemos claramente que eles gastam muito mais esforços para proteger um marginal do que para proteger suas vítimas. E, para piorar, eles ainda incitam o crime feito contra civis, justificando-o em vários momentos.É fácil até demais obter exemplos dessa tese mostrando que a esquerda tomou o partido na questão do crime, e age em oposição ao cidadão comum, privilegiando sempre o criminoso.
    A senadora petista Ana Rita, por exemplo, resolveu oficializar uma ação contra Rachel Sheherazade. Segundo Ana, por violações de direitos humanos na TV:A presidenta da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado, senadora Ana Rita (PT-ES), oficiou nesta quinta-feira (06/02) a Procuradoria Geral de Justiça do Estado de São Paulo sobre o caso do editorial proferido pela jornalista Rachel Sheherazade, do Jornal do SBT, solicitando instauração de procedimento e providências por violações aos direitos da pessoa humana e incitação à violência. Junto ao ofício foi encaminhada a nota de repúdio publicada pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro e a Comissão de Ética sobre as violações de direitos cometidas pela jornalista ao afirmar em rede nacional que são “compreensíveis” as práticas do grupo que acorrentou um jovem acusado de prática de furtos e roubos, o espancou, mutilou e divulgou sua imagem na internet.
    O discurso enfático da jornalista, proferido no Jornal do SBT no programa exibido no dia 4 de fevereiro, motivou a solicitação da Comissão de Direitos Humanos, “porquanto violou os direitos humanos, o Estatuto da Criança e do Adolescente e fez apologia à violência quando afirmou achar que ‘num país que sofre de violência endêmica, a atitude dos vingadores é até compreensível”, como pontuou ofício enviado ao procurador Marcio Fernando Elias Rosa, da Procuradoria de São Paulo.
    Agora veja o que a mesma Ana Rita disse em relação a praticantes de furto, como apontado pelo blog Questões Insanas:Não é uma questão de punição do ponto de vista penal. É social. Essas pessoas não são perigosas, não pegam em armas, não agridem ninguém. Essas pessoas têm dificuldade de lidar com a incapacidade financeira. Hoje, você tem uma questão de propaganda de shampoo, comida, iogurtes e roupas que é insuportável. É muito difícil você resistir. Isso não justifica pegar nada que seja dos outros. Mas uma vez que não deu pra resistir a essa vontade, isso é um problema que deveria ser levado a um serviço social.

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  4. Anônomo Anti Suicidio11 de fevereiro de 2014 14:30

    Parte nº 2 - Cont.:
    O blogueiro Juraci Rocha complementa:
    Ficou surpreendido com este falatório insano? Pois é, partiu da senadora petista Ana Rita (PT-ES). Ana Rita apresentou projeto de Lei no Congresso que recomenda aplicar admoestação verbal (o popular pito) a pequenos crimes de furto.
    No discurso da senadora pessoas com dificuldades financeiras não divisam a fronteira entre a legalidade e a ilegalidade. Mais, chega a culpar os meios de propaganda por estimular o consumo. Será que Ana Rita proibiu a televisão em sua casa? Sabe cumé, pode não querer correr riscos com os empregados da casa, caso os tiver…
    Ana Rita, petista que é tem a solução para este problema, é proibir a propaganda de consumo, assim ninguém deseja nada, ninguém é seduzido a desejar e querer algo.
    Imagine a cena, a vingar a idéia da senadora, o comerciante do mercadinho da esquina ao flagrar o ‘ladrão, dedo em riste vai ralhar com ele “Furtando de novo seu moleque?”. O ladrão sai perdoado…
    Deve ser bem isto o que acontece quando alguém da seara petista se deixa flagrar com a boca na botija. Seus parceiros dão lhe um pito, não por que roubou, desviou ou prevaricou, mas por que se deixou apanhar. Lastimável!
    Petistas tem a incrível disposição de enxergar o crime como coisa menor, desde quando o criminoso possa servir de massa de manobra e fonte de promoção pessoal.
    Que falta que faz uma oposição hoje no Brasil!
    Se o PSDB fosse efetivamente oposição ao PT, tomaria partido em favor de Rachel Sheherazade e iria expor o que aliados do PT estão fazendo contra quem fala em nome de uma população desassistida, ou seja, toda aquela que dia após dia é vitimada por marginais. O patrulhamento ideológico contra Rachel Sheherazade é uma das maiores monstruosidades morais da história recente. Se não tratarmos a questão com esse nível de asco, não estamos tratando-a corretamente.
    A esquerda puro sangue já tomou seu partido, a favor dos criminosos. Falta agora uma oposição para mostrar como a questão deve ser definitivamente polarizada.
    Digo ainda mais: se existisse uma oposição de fato, essa semana passada deveria entrar para a história como aquela em que a esquerda oficialmente assumiu que tomou o partido dos criminosos em detrimento de suas vítimas. Além do mais, eles assumiram de fato que tomam a censura como um de seus princípios caso existam pessoas que falem em favor das vítimas de bandidos. (Na verdade, sempre que existam riscos para seus projetos de inchaço estatal, eles vão pedir censura, evidentemente)
    Mas, como eu disse, é preciso de alguém que faça oposição de verdade. Quem se habilita?
    Do lucianoayan.com
    Onde estão as leis anti terrorismo?
    O PT prefere os bandidos e minorias por serem ainda marginalizados e alienados, desconhecedores da verdade,são ideais para desconjuntarem a sociedade, serão os burros de carga e fáceis de serem manipulados por acharem alguém em favor deles e se sentirem protegidos, e assim nessa confiança, os levar ao poder; porém, quando estiverem lá, PÉ NO RABO DESSES PANACAS que caíram nas conversas deles, como fizeram recentemente até com o velho companheiro de partido, a nova vítima deles, o Pizzolato.

    ResponderExcluir
  5. Anônimo anti Suicidio11 de fevereiro de 2014 14:34

    Pare nº 2 Cont.:
    O blogueiro Juraci Rocha complementa:
    Ficou surpreendido com este falatório insano? Pois é, partiu da senadora petista Ana Rita (PT-ES). Ana Rita apresentou projeto de Lei no Congresso que recomenda aplicar admoestação verbal (o popular pito) a pequenos crimes de furto.
    No discurso da senadora pessoas com dificuldades financeiras não divisam a fronteira entre a legalidade e a ilegalidade. Mais, chega a culpar os meios de propaganda por estimular o consumo. Será que Ana Rita proibiu a televisão em sua casa? Sabe cumé, pode não querer correr riscos com os empregados da casa, caso os tiver…
    Ana Rita, petista que é tem a solução para este problema, é proibir a propaganda de consumo, assim ninguém deseja nada, ninguém é seduzido a desejar e querer algo.
    Imagine a cena, a vingar a idéia da senadora, o comerciante do mercadinho da esquina ao flagrar o ‘ladrão, dedo em riste vai ralhar com ele “Furtando de novo seu moleque?”. O ladrão sai perdoado…
    Deve ser bem isto o que acontece quando alguém da seara petista se deixa flagrar com a boca na botija. Seus parceiros dão lhe um pito, não por que roubou, desviou ou prevaricou, mas por que se deixou apanhar. Lastimável!
    Petistas tem a incrível disposição de enxergar o crime como coisa menor, desde quando o criminoso possa servir de massa de manobra e fonte de promoção pessoal.
    Que falta que faz uma oposição hoje no Brasil!
    Se o PSDB fosse efetivamente oposição ao PT, tomaria partido em favor de Rachel Sheherazade e iria expor o que aliados do PT estão fazendo contra quem fala em nome de uma população desassistida, ou seja, toda aquela que dia após dia é vitimada por marginais. O patrulhamento ideológico contra Rachel Sheherazade é uma das maiores monstruosidades morais da história recente. Se não tratarmos a questão com esse nível de asco, não estamos tratando-a corretamente.
    A esquerda puro sangue já tomou seu partido, a favor dos criminosos. Falta agora uma oposição para mostrar como a questão deve ser definitivamente polarizada.
    Digo ainda mais: se existisse uma oposição de fato, essa semana passada deveria entrar para a história como aquela em que a esquerda oficialmente assumiu que tomou o partido dos criminosos em detrimento de suas vítimas. Além do mais, eles assumiram de fato que tomam a censura como um de seus princípios caso existam pessoas que falem em favor das vítimas de bandidos. (Na verdade, sempre que existam riscos para seus projetos de inchaço estatal, eles vão pedir censura, evidentemente)
    Mas, como eu disse, é preciso de alguém que faça oposição de verdade. Quem se habilita?
    Do lucianoayan.com
    Onde estão as leis anti terrorismo?
    O PT prefere os bandidos e minorias por serem ainda marginalizados serão os burros de carga e fáceis de serem manipulados por acharem alguém em favor deles e se sentirem protegidos, e assim nessa confiança, os levar ao poder; porém, quando estiverem lá, PÉ NO RABO DESSES PANACAS que caíram nas conversas deles, como fizeram recentemente com o velho companheiro de partido, a nova vítima deles, o Pizzolato.

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