11 de fevereiro de alegria e de tristeza

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Ai meu São Tomás de Aquino! Tamanha está sendo a agitação social no Brasil que deixei de falar no blog de dois assuntos importantíssimos ocorridos em 11 de fevereiro:

- A renúncia de Bento Magno, ano passado
- O aniversário do acordo do Latrão, que reestabeleceu o Estado Pontíficio, e que foi a melhor coisa para a Igreja no século XX

Espero voltar nestes temas. Mas a vida é tal que o tempo requerido para escrever para o blog é curto. E estou dedicado a terminar a Política Eclesiástica para Conservadores que é um texto mais longo, mais profundo, que me toma mais tempo.


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Um comentário:

  1. A TRISTEZA É A FALTA DO MAGNO PAPA BENTO XVI ENTRE NÓS!
    TEMOS RAZÕES!
    Os discordantes da doutrina da Igreja criticavam-no demasiado; sua saída foi muito comemorada, de forma explícita até hoje e, ao se reportarem a eles, proferem as mesmas ladainhas: retirou-se, saiu tarde, sendo um dos desqualificativos em geral mais lhe atribuídos era de conservador, retrógrado e medievalista.
    Muitos anti cristãos julgavam que a Igreja e a doutrina de Cristo deveriam ser moldáveis ao tempo e condições, não ao contrario, e o papa Bento XVI tenazmente se opunha a esses relativistas.
    Porém, os católicos de boa vontade e instruídos percebiam as impressionantes molduras espirituais e humanas existentes nele, a profunda devoção na defesa da tradicional doutrina da Igreja, reunindo nele a bondade humana, o carisma sereno, a ultra profundidade de pensamento, a fortaleza de ânimo, sinais inspiradores num tempo de grandes desafios como o que atravessamos cheio de ideologias niilistas prometedoras de um paraíso aqui, mas que se odeiam-se entre si, compartilhadas até por alienados ou infiltrados hierárquicos opositores a seus ensinamentos, como da TL e relativistas pululando por aí à la Fabio de Melo, L Boff, Betos I e II e os van Balen das ideologias socialistas.
    O mundo atual está nessa crise devido à falta de réplicas de gênios como ele.
    Vemos partir o Santo Padre para outra morada nesse mundo com um sentimento que nenhuma outra língua ainda soube traduzir em toda a sua profundidade e que reservamos aos que nos são mais queridos, a saudade, e ele foi nesses conturbados tempos quem teve pulso firme em defesa da fé, praticamente insubstituível..
    Há um sentimento de tristeza e de boas recordações dos católicos por sua saída, apesar de aceitar seus argumentos, como de uma comprometida resistência física.

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