Resumo de Doutrina Social da Igreja

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3 Comentários

Agradeço ao leitor Raphael G. Paes Leme Lôbo pelo meme 

Ouçam! A Igreja não tem pretensão nem objetivo de ensinar a vocês leigos a como organizarem a sociedade como Marx e Maomé. Ela apenas pede que vocês sigam a Cristo como discípulos. Se vocês seguirem a Cristo fielmente, rejeitarem a Satanás e o pecado, qualquer coisa que organizarem no mundo será boa porque existem indivíduos, não classes, e o homem bom tira coisas boas de seu coração. O que quer que os bons fizerem neste mundo será bom, nunca perfeito, mas bom o bastante e abençoado por Deus. O Cristianismo são valores, não regras econômicas, alimentares, penais ou governamentais. O Cristianismo forma homens e recupera sua imagem e semelhança de Deus, estes homens novos, batizados e discípulos, que cuidem o melhor possível desta terra agora imperfeita pelo pecado, sabendo que ela é passageira, esperando a perfeição da restauração da Criação prometida por Deus. Eis um resumão da Doutrina Social da Igreja. 


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3 comentários:

  1. Bem, João Paulo II em Sollicitudo Rei Socialis disse realmente que a Igreja não oferece uma "terceira via" entre capitalismo e comunismo, Ela não tem soluções técnicas para problemas sociais e econômicos, insiste apenas na dignidade humana. Você, caro frei João, concorda com isso.

    Mas eu tenho certa dificuldade, especialmente por conta da "Carta Magna Social da Igreja", a encíclica Rerum Novarum. Esta encíclica ressaltou que o capitalismo e o comunismo têm problemas e apresentou como solução que a propriedade fosse mais distribuída. Daí surgiu toda uma vertente econômica chamada Distributismo.

    Tenho um blog dedicado ao tema: www.bloco11cela18.blogspot.com.

    Creio que o Distributismo ainda está em debate e não têm todas as soluções, mas tem o caminho.

    Abraço,
    Pedro Erik

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  2. SEMPRE, QUANTO MAIS A IGREJA E ESTADO SE IDENTIFICAVAM, A HARMONIA E A PAZ SOBRESSAIAM.
    A situação deteriorou-se após o século XVI em diante, sempre em ascensão, mais ostensivamente à medida que tempo passa a partir dos anos 60, desde a Reforma(Rebelião) protestante àquela época e com o advento do iluminismo com seu caudal de dissensões em seu bojo entre pessoas e povos, no qual prevalece a razão sobre a fé, um novo estilo de vida autonomista, levando à criação de múltis ideologias niilistas, dissimulando-se de libertadoras, como as marxistas, que levaram às diversas revoluções e a 3 guerras mundiais com dezenas de milhões de mortos apenas em um século, entre pessoas e povos cada vez mais verdugos uns dos outros, trucidando em apenas um século mais pessoas desde que se tem conhecimento de estatística histórica.
    Todas estas maldições virão sobre ti, e te perseguirão, e te alcançarão, até que sejas destruído; porquanto não ouviste a voz do Senhor teu Deus, para guardares os seus mandamentos, e os seus estatutos, que te tem ordenado; Dt 28:45.
    Como é plena a aplicação total desse versículo nesse mundo cada vez sob ideologias e sob efeito de maldições!

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  3. Li este comentario num blog catolico, parece que a TL contamina tudo:

    A Catequista janeiro 8, 2014 at 8:41 pm · Reply Robson, O conceito está claro na Doutrina Social da Igreja: a propriedade privada deve ser respeitada, pois assegura às pessoas a autonomia pessoal e familiar, sendo uma extensão da liberdade humana. Entretanto, a justiça e a caridade devem ser colocadas acima do direito de propriedade da terra, que não é um direito absoluto nem incondicional. Há condições para esse direito, e caso essas condições não sejam respeitadas, esse direito perde a sua legitimidade. Assim, quando o direito de propriedade sobre a terra não se traduz em benefício para a sociedade, então esse direito pode ser contestado pelas vias pacíficas e democráticas, por meio da pressão popular, junto ao governo. A terra de plantio não é uma propriedade qualquer: ela está estreitamente ligada à necessidade básica que o homem tem de se alimentar. Ela é dom de Deus para a satisfação das necessidades básicas de todos: isso é doutrina da Igreja. Por isso, repito a frase de Santo Ambrósio: “A terra foi dada a todos e não apenas aos ricos”. Por exemplo: pense em um país pobre onde os alimentos são muito caros, porque a safra é insuficiente. Então, o governo verifica que há grandes quantidades de terra improdutiva na mão de poucos. Ora, esses poucos estão prejudicando a nação! Ser dono de terra não e´como ser dono de mansões ou edifícios caros. Traz uma responsabilidade social, que a Igreja defende pautada na crença sobre a destinação universal dos bens da terra. Ficou claro? Se não, leia os documentos da Igreja que aqui citamos. Está tudo explicado lá, tem no site do Vaticano. -
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