"Eu estava em Roma..."

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Reinaldo Azevedo Eu estava em Roma enquanto o papa estava no Brasil, mas acompanhei o noticiário. Uma frase do Sumo Pontífice — "Se uma pessoa é gay e procura Deus e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-lo" — bastou para transformá-lo numa espécie de militante da causa. Dispensou-se uma cobertura simpática à visita de Francisco, mas notem que ele foi tratado sempre como uma espécie de "liderança progressista", aberta aos novos tempos. No dia a dia, os valores ditos tradicionais são impiedosamente ridicularizados. A campanha em favor da descriminação total das drogas, por exemplo, virou ponto de honra do, por assim dizer, establishment jornalístico. Todas as formas de "família" são exaltadas em horário nobre, menos aquela que ainda é formada por papai-e-mamãe.  


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