A Regensburg de Frei Rojão

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2 Comentários
Um comentarista, Leandro, me dispara a seguinte invectiva. Respondo no ato!
Esse post está parecendo que foi escrito pelos mesmo tipo de gente que decapita cristãos no oriente médio. O mesmo lado da mesma moeda.
Frei: Negativo. O outro lado da mesma moeda seria mandar decapitar os Imãs muçulmanos em nossos países. Mas somos grandemente superiores, porque o Cristianismo permite a democracia, que permite a liberdade deles aqui. Eles lá não permitem nossa liberdade. Se reclamar em blog é o outro lado da mesma moeda de ser decapitado, sua moeda está torta, muito torta. 
Não sei quantos muçulmanos você conhece, mas essa verborragia contra TODOS os muçulmanos é ridícula.
Frei: Negativo. Não ataquei TODOS os muçulmanos. Aliás, não ataquei muçulmano algum. Critiquei sim o Islã. Isso o fiz. E neguei que fosse uma Religião de Paz como disse o Sr. Hussein Obama. Neguei e nego de novo. Mesmo na tal "tolerante Idade Média muçulmana" a expansão do Islã só foi detida na ponta da espada cristã, seja em Roncesvales ou em Lepanto e Viena mais tarde.
Sim, o Islã prega um Deus de paz, mas por causa de uns idiotas fundamentalistas rotulam a religião muçulmana como intolerante. 
Frei: Não! Basta consultar o Alcorão. O Islã prega a submissão dos infiéis nas terras do Islã e sua expansão. Basta ver como tratam os cristãos nas regiões do Islã (ia escrever o termo árabe, mas não o sei). Veja o que está acontecendo aos coptas no Egito, e aos católicos e melquitas na Síria. Há trechos do Alcorão que defendem o extermínio dos infiéis, há trechos que manda deixá-los em paz se se comportarem e se submeterem. Como o Islã não tem a autoridade central do Cristianismo para dosar cada trecho, valha-nos Deus se cairmos nas mãos das Al-Qaedas da vida. E não há como dizer que estavam errados, seguiam o profeta! A não ser que queiram depender de nós, cristãos, a sermos as autoridades do islã e dizermos quais trechos do Alcorão valem em cada caso. Podemos fazer isto com a Bíblia, se você não for protestante, mas não com o Alcorão.
Se isso tivesse sido postado por uns idiotas que soltam suas opiniões pela rede sem nenhuma reflexão, se apoiando somente no senso comum eu nem me espantaria, mas me recordo de já ter lido por aqui coisa bem mais inteligente do que isso. 
Frei: Ui, que belo efeito retórico. Não, meu caro, você não leu nada muito diferente aqui. Aliás, estava relendo uns posts antigos que chamei o profeta de Bafomé. Escrevi em 2011 durante a morte de Kadafi - muçulmano - ante os gritos idiotas de Allah hu Akbar: "No Egito, os fanáticos muçulmanos que tomaram o poder já se perseguem e martirizam os cristãos. A Líbia vai para o mesmo caminho. Hoje Kadafi, amanhã nós. A profecia de Nosso Senhor, é verdadeira, matam os cristãos achando que oferecerão um sacrifício a Deus. Explodem-nos e matam-nos gritando "Deus é grande!". Ah, Deus é grande, mas grande é sua ira. Vão gritar "Deus é grande!" no fundo dos Infernos com Iblis e sua corja, porque estes sim sentiram a mão pesada da real grandeza de Deus, que não se compraz em linchamentos públicos nem mesmo do pior canalha."

Escrevi em 2011. Como podem ver, em 2013, infelizmente eu tinha razão. Infelizmente.



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2 comentários:

  1. AH! OS MUÇULMANOS SÃO BONZINHOS?
    Há muito mais terroristas muçulmanos em atividade no mundo que cristãos ou judeus dispostos a matar em nome de Deus, e há certos trechos do Alcorão que sugeririam ou que incitariam a violência, não há como negar; alguns são bastante violentos.
    Graças à fúria de grupos como Al-Qaeda e Hamas a imagem do Islã no Ocidente anda deprimida, também por discriminação à liberdade da mulher e, para piorar, há líderes islâmicos como o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad desejando o exterminio dos judeus, cristãos e homossexuais. Com lideranças como ele, não são poucos dominando o noticiário internacional seguidas vezes, fica difícil não os associar à violência.
    Temos nesse caos islâmico os feddaynes da Jihad para o confirmar, idem o Hamas e associados homens-bomba e simpatias pelos ateístas marxistas.
    No Ocidente eles instalam suas mesquitas e praticam seus cultos sem restrições; procure lá autorização para erigir um templo, católico em especial, e aguarde o que sucederá pela ousadia, assim como apresentar uma edição da bíblia ostensivamente!
    É cada vez maior o número de autores islâmicos contestando a tese pacifista do Islã, como a escritora de origem síria Wafa Sultan, uma das vozes mais críticas ao islamismo nos EUA. "O Islã não é só uma religião. É também uma ideologia política que prega violência e aplica sua agenda pela força." Ayaan Hirsi Ali, autora do bestseller Infiel (Companhia das Letras, 2007), concorda. Nascida na Somália e criada entre Arábia Saudita, Etiópia e Quênia, ela escreve em seu mais recente livro (Nômade, ainda inédito no Brasil): "Crianças islâmicas em todo o mundo são ensinadas como eu fui: a desejar e perpetuar a violência contra o inimigo - o judeu e o satã americano."
    ALCORÃO
    "Uma vez expirados os meses sagrados, matai os idólatras onde quer que os encontreis, e apanhai-os e tornai-os prisioneiros, e ficai à sua espreita; mas, se eles se convertem, se observam a oração, se concedem a esmola, então deixai-lhes livre o caminho, pois Deus é indulgente e misericordioso".
    Sura 9:5

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  2. Frei Rojão, o que foi Roncesvales? Foi uma batalha? Onde encontro informações sobre ela?
    Obrigado.

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