Não falarei nada... Não falarei nada...

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4 Comentários
Como o último seguidor do Papa Bonifácio VIII que assumiu depois de uma renúncia e deu no que deu (Agnani e Avignon), vou ficar quietinho orando no meu canto. Deus nos livre do pior. Estou velho também, cansado e desconsolado. Vivemos tempos de Jeremias.

E o retiro continua...


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4 comentários:

  1. Tem toda razão; não está de nada dizer, orar para que não suceda o pior como antecedeu, e olhe, suceder isso em pleno carnaval não teria sido mera coincidencia, tempo em que as legiões infernais patrocinadoras das orgias carnavalescas estão muito mais à vontade, sendo-lhes mais propicio ainda o período.
    Comparo aqui os patrocinadores do carnaval acima com a "Ata da XIII reunião da Comissão Pastoral (marxista) da Diocese de Anhangá-Açu, duas vertentes da mesma fonte.

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  2. Sinto pena pela renúncia do Papa e peço a Deus para que ele volte atrás de sua decisão.

    Que Cristo ao ver Pedro deixando Roma perguntou: "Quo vadis" mutatis mutandis convença a Bento XVI a seguir firme no comando da Igreja até o fim de seus dias.

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  3. Por outro lado, Papa Gregório XII conseguiu, mediante a própria renúncia, o fim do Cisma do Ocidente. Como se vê, já ocorreram coisas ruins, mas também boas, em sucessão à renúncia de um Papa. E no caso de Bento XVI? Só Deus sabe o que se seguirá, muito sábia a conclusão de que nossa função é rezar.
    Pedro, hoje de manhã também fiz esse pedido a Deus, porém frisando muito na oração a cláusula "Se for da vontade do Senhor!"
    Certamente o Papa pediu muito a luz de Deus antes de tomar essa decisão. Pessoalmente, tenho a impressão de que Bento XVI é muito exigente consigo mesmo, coisa de alemão talvez. Tenho a impressão de que se ele cancelasse alguns compromissos, como JMJ e outras viagens apostólicas, por motivo de falta de força física, ainda assim continuaria a ser um excelente Papa, como vem sendo até agora. O que é melhor DE FATO, só Deus sabe, portanto acredito que Ele ilumina e continuará iluminando o Papa, até 28/2, para tomar a melhor decisão, voltando atrás ou não.

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    1. "Pessoalmente, tenho a impressão de que Bento XVI é muito exigente consigo mesmo, coisa de alemão talvez".
      Essa parte me chamou atenção, pois o que que se sabe sobre "ser exigente consigo mesmo", é que a psicologia sabe que toda pessoa que tem temperamento colérico é, de fato, exigente consigo mesmo e usa a mesma medida para as outras pessoas. Digo isso porque também sou assim, muito exigente comigo e com as pessoas.
      Em relação a renúncia de Bento XVI já sinto saudades desde já da sua presença e de seus ensinamentos. É óbvio que não teremos um Papa como ele (sua formação na doutrina da Igreja Católica e seu amor por ela e por Deus). Certamente perdemos uma grande referência dentro da Igreja Católica (como Bispo de Roma).

      Tereza

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