Professor da UnB, rasgando o código de ética do funcionalismo, ofende ao papa no facebook e demonstra seu preconceito anticatólico

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A esquizofrenia progressista do Dr. Bagno


Não é novidade alguma que o ideal mesmo de universidade foi incinerado pelo "pensamento" progressista. A universidade, que foi legada ao mundo – e todos deveriam sabê-lo – pela Igreja Católica, era um lugar que visava à formação completa do homem, um recanto em que todos estavam plenamente comprometidos com a busca de algo elevado e excelso: a Verdade. Sim, Verdade com "v" maiúsculo, que só pode ser alcançada quando se está disposto a enxergar a realidade e esforçar-se por compreendê-la de modo honesto, humilde e abnegado. Experimente falar em Verdade dentro de uma universidade brasileira e você logo será achincalhado sem dó nem piedade.

Já escrevemos muito sobre como os universitários de hoje são, com raríssimas exceções, um exemplo emblemático da degenerescência que desvirtuou completamente o sentido da universitas magistrorum. No entanto, os universitários são, bem ou mal, mero produto de um processo que é levado a cabo de maneira obstinada por pessoas profundamente desonestas, que encontram no ensino – a quem confundem puerilmente com educação – um instrumento de manipulação barata e eficaz. Infelizmente, não são poucos os exemplos de pessoas que adotam posturas completamente opostas ao que se esperaria de um docente, tanto dentro quanto fora de sala de aula.

Uma dessas pessoas é o Dr. Marcos Araújo Bagno, professor do Departamento de Línguas Estrangeiras e Tradução da Universidade de Brasília. O Dr. Bagno, fazendo uso de sua grande platéia no Facebook, resolveu pronunciar-se a respeito do ingresso do Papa Bento XVI no universo do Twitter. Eis o que o ilustre professor disse: (Nota: o texto foi colocado acima)

Ninguém é obrigado a ser católico. Ninguém é obrigado a concordar com o que o Papa Bento XVI diz sobre a vida, o universo e tudo o mais. O Dr. Bagno tem a liberdade para discordar de quem quiser, sobre qualquer assunto que lhe convier. No entanto, ele tem a responsabilidade de fazê-lo da maneira mais cordata e respeitosa possível – afinal, esse é um dos fundamentos da convivência humana, certo? –, e essa responsabilidade é tanto maior em se tratando de uma, digamos, "figura pública", alguém que trabalha na formação de futuros profissionais e que, portanto, deveria ser um modelo a ser seguido. Não é isso, no entanto, o que ocorre.

Aliás, o que foi dito acima expõe de modo cru o que se poderia classificar caridosamente de comportamento abjeto. O que o Dr. Bagno fez não foi apenas externar uma opinião pessoal sobre um assunto em questão, mas um ato público de fé na desumanização de um dos maiores teólogos do século XX. E tudo isso com base em quê? Na posição que essa pessoa ocupa: o trono papal. O Dr. Bagno decerto não leu um único livro do Papa Bento XVI, não leu nenhuma de suas entrevistas, não assistiu a nenhum de seus discursos... O que importa para o Dr. Bagno é que o Papa Bento XVI é... Papa! Isso é motivo e razão suficiente para execrá-lo em público, fazer pouco de sua figura e achar maravilhosa a possibilidade de "mandá-lo à merda" publicamente. É esse o comportamento que se espera de um professor de uma das maiores universidades federais do Brasil?

E o mais impressionante é que o Dr. Bagno já trabalhou como tradutor de obras católicas para editoras católicas, como a Edições Loyola. Ver alguém tão profundamente anticatólico fazendo isso é tão absurdo quanto ver Olavo de Carvalho traduzindo obras da Escola de Frankfurt para a Boitempo Editorial!

Curioso que é o Dr. Bagno, que arroga a si mesmo uma superioridade moral mais falsa do que uma nota de três reais, deve ter se esquecido de ler, ainda que rapidamente, o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal. Não precisaria nem ler muito, bastaria o primeiro ponto:

A dignidade, o decoro, o zelo, a eficácia e a consciência dos princípios morais são primados maiores que devem nortear o servidor público, seja no exercício do cargo ou função, ou fora dele, já que refletirá o exercício da vocação do próprio poder estatal. Seus atos, comportamentos e atitudes serão direcionados para a preservação da honra e da tradição dos serviços públicos.





(...) o texto continua com os ataques vis do Dr. Bagno à Juventude Conservadora. Leiam o integral aqui.


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Um comentário:

  1. Se acaso pertencer ao PT eu o classificaria dentro dos padrões normais de comportamento; anormal seria se fosse tolerante, respeitador de pontos de vista alheios, pessoa de diálogo e correlatos.
    No meu trabalho já tive alguns cabeças duras a meu lado do PT, 2 deles foram dispensados por corrupção, todos eram pessoas de dificil convivio.
    Interpelados por mim, apenas responderam: se os outros fazem temos direito também, e com mais capricho, por que não?
    Um deles ainda usava anel de tucum no dedo; dizia que era católico "nas horas vagas".

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