"Criminalizar" a homofobia

/
2 Comentários

A estrutura de blogs é muito boa, porque não só permite a crônica, mas também replicar textos excelentes que se lêem por ai, bem como comentá-los e grifá-los. Não tenho pudor de publicar o texto de outra pessoa quando vale a pena (logicamente citada a fonte, quero divulgar idéias, não roubar talento!). Quanto ao texto e comentário (no caso, prólogo e texto) é um excelente método escolástico. Afinal, o que é a doutrina católica senão um grande comentário aos Evangelhos?

Abaixo outro texto excelente do blog do Conde Loppeaux. Subscrevo desta preocupação, com grifos meus. O politicamente correto é uma chaga, e a vitriólica militância gayzista - não sem razão chamada de Gaystapo - tem se tornado uma das pontas de lança mais destruidoras do domínio esquerdista.

Logicamente, tudo é política. Os gays que servem ao Partido são os que prestam, assim pensam e agem estes petralhas, estes leninistas tupiniquins. Os que são contra, vão para o lixo, como todos os mais inimigos do partido, de qualquer opção sexual. Cito de exemplo o escritor francês André Gide. Em 1934, após voltar da União Soviética, denunciou os horrores de lá. Corajoso. Só que Gide era homossexual mesmo. Assumidão nos anos trinta. Isto é ser homem! Hoje em dia ser bicha é fácil, quero ver ser como Wilde ou Gide, ser lembrado como escritor como Wilde ou Gide, não como um militante. E mérito de Gide, por ter sido macho o suficiente de tendo sido comunista ter metido a boca nos horrores stalinistas contemporâneos. Bom, em resumo, Gide foi tratado como uma bicha xiliquenta pelos comunistas e seu relato foi desacreditado justamente por ser homossexual. Isto, senhores, é preconceito do grosso e feio, condenável por Deus e pelos homens.  Mas para os comunas, bicha boa é a que critica Roma ou Washington, não Moscou nem Havana. Gay bom é o gay pelo partido. Estão dando uma banana (perdoem o trocadilho) para os gays que não militam por eles. Assim como os negros, índios, feministas, padres de passeata.... todos eles idiotas úteis.

Idiotas? Não, muito espertos...

***


Leio no blog do meu amigo Julio Severo sobre a insistência da ministra dos "direitos dos manos" da Presidência da República, Maria do Rosário, em "criminalizar a homofobia". Curiosa definição, que quer se tornar tipificação penal. Mas o que convém essa palavra? Uma terminologia inócua, que abre um leque de várias interpretações subjetivistas e perigosas. A "criminalização da homofobia" é perigosa, justamente porque ela despreza alguns elementos basilares do direito: a segurança jurídica e os direitos individuais.



Na lógica da ladainha jurídica anti-homofobia, o direito penal acaba por ignorar a regulação da conduta criminosa, para invadir a esfera subjetiva de sentimentos e opiniões. Quando se quer criminalizar a "homofobia", sugestiona-se punir o chamado "ódio aos homossexuais". Mas desde quando uma lei necessariamente tem que punir sentimentos? Desde quando é competência do Estado punir o ódio ou fiscalizar preconceitos? Deve-se punir uma conduta concreta de violação dos direitos alheios, não meros sentimentos pessoais. As pessoas podem perfeitamente odiar o vizinho, odiar uma celebridade, um político ou uma religião. Mas não podem odiar o homossexualismo? Não podem odiar homossexuais? Por que os homossexuais teriam alguma proteção especial dos sentimentos humanos? Chega a ser divertido a militância homossexual denunciar os "crimes de ódio". Por acaso existe algum crime motivado por amor? Uma redundância de tal envergadura de estupidez quer fundamentar a mudança do código penal. E isso porque o último anteprojeto do Código Penal era tão ruim, tão mal escrito e juridicamente tão esquizofrênico, que foi preciso esconder tudo por debaixo dos panos, para que os juristas não passassem mais vexame.

Recordemos que a maior parte dos assassinatos contra homossexuais envolve homossexuais. Brigas de amantes, submundo da prostituição e das drogas. Outros delitos não têm nem mesmo ligação com algum ódio especial. São crimes comuns, como o latrocínio. Claro que tais dados não entram nos registros da militância gayzista. Ou melhor, ela faz questão de ocultar. O ataque frontal é contra os valores cristãos, contra as igrejas, contra os católicos e protestantes, que nada têm a ver com essa delinquência. É como se os garotos de programa ou bandidos matassem gays porque são frequentadores da Igreja. Inclusive, o movimento LGBT da Bahia, sob os auspícios de Luiz Mott, liberou uma cartilha, nomeada "dormindo com o inimigo", em que orientava sobre os riscos dos homossexuais serem vítimas de garotos de programa ou ladrões. Ou seja, os homossexuais se arriscam a serem mortos.

Contudo, o cristão é o bode expiatório dos caprichos gays. Até a senadora Marta suplicy, uma das defensoras da lei anti-homofobia, já deu o recado: a intenção é suprimir a liberdade religiosa. Ou melhor, a liberdade religiosa só será tolerada, se pregada dentro das igrejas. O cinismo é espantoso, pra dizer o mínimo!

O movimento homossexual não se contenta com direitos comuns dados a todos os cidadãos. Ele defende privilégios especiais. É uma estranha espécie de culto idolátrico e narcisista de um grupo. A sodomia se tornou pretexto para privilégios legais. E agora, através de uma legislação francamente totalitária, quer criar um sistema ideológico e legal de terror e intimidação contra toda uma sociedade.

Maria do Rosário não se contenta apenas em punir opiniões contrárias a gays. ELa quer também perseguir pais que disciplinam seus filhos através de palmadas. São estes seres desqualificados que querem substituir o papel das famílias pelo Estado. É compreensível tal posicionamento: se por um lado, a agenda homossexual criminaliza a "homofobia", por outro, ela impoe toda uma doutrinação gay nas escolas. Ora, com leis como estas, as famílias serão completamente desarmadas para educar seus filhos. Ou mais, o Estado terá prevalência sobre a educação das crianças. Tal é a perversidade moral desta ministra.

É preciso dizer a verdade: não se está lidando com pessoas normais, mas com indivíduos doentes e perigosos. Gente profundamente ambiciosa pelo poder. Eis o segredo de toda essa parafernália politicamente correta, que quer imbecilizar o país! Eis por que Maria do rosário e Marta Suplicy querem impor, goela abaixo, a legislação "anti-homofobia".




Você também pode gostar

2 comentários:

  1. É O "POLITICAMENTE CORRETO" ATUANTE!
    O famoso comunista italiano Beria num de seus livros disse que "sem drogas mental e física não existe comunismo"; no caso, trata-se de um esquema de dopar as pessoas com ideologias niilistas até que se alienem, aí sim estarão devidamente preparadas para se tornarem capachos de um regime totalitarista e material-ateísta, e nada mais eficiente que neutralizar o último reduto a ser vencido: a Igreja católica; o resto já era.
    Ninguém mais que os adeptos do título acima seriam tão preconceituosos, intolerantes, impostores, ásperos, arrogantes, grosseiros e truculentos, como os ateu-militantes do PT, particularmente em relação à doutrina da Igreja católica.
    Por ser, ou deveria sê-lo, estaria na hora de reivindicar o adverso, processando os impostores e defensores do "politicamente correto" acima pelos mesmos adjetivos desqualificativos a nós atribuídos e "direitos de resposta"...
    O mais lamentável é que esses revolucionarios anti Cristo são instalados no poder por pessoas que se dizem católicas ou mesmo dentre cristãos paralelos...

    ResponderExcluir
  2. Ops, o Beria era da Georgia, da Abicássia!

    ResponderExcluir

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.