Ah, estes poderosíssimos Papas!!!

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"Sinais dos Tempos"
Dia 29 de junho, solenidade de São Pedro e São Paulo e, por consequência, "Dia do Papa". 

Adoraria que a Igreja e o papado fossem tão fortes quanto na boca dos que a acusam. Aliás, é algo que neo-ateus e evangélicos curiosamente se unem, para atacar a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, (não-tão-)inocentes úteis nas mãos de Satanás que são. Porém não se preocupem, seu trabalho está gerando frutos como podem ver nesta matéria (que não esconde sua vibração) sobre a queda no número de fiéis católicos. Bom trabalho! Pena que nós, católicos (muito especialmente o clero) tentamos há vinte séculos destruir este Igreja com nossos pecados e não conseguimos ainda. (Preciso avisar da ironia deste parágrafo ou não? Não, né?!)

Para celebrar este poderosíssimo papado, esta potência, este Império, este colosso, esta potestade, vai aqui um "Crash course in Ecclesiastical History" mostrando ao longo dos XX séculos de Igreja como os Papas verdadeiramente são poderosos. Veremos papas fugidos, torturados, presos, exilados, assassinados... O papado é mesmo uma potência! 

Enfim, recomendo aos católicos que procurem estudar estes eventos. Eles nem sempre estão tão longe na História... 

Lembremos, pois, dos mais de vinte Papas mártires desde São Pedro a São Silvestre.
Lembremos do Papa Martinho I, preso e torturado pelo Imperador Bizantino no século VIII.
Lembremos do Papa Gregório VII fugido e exilado em pleno século XI (cadê a Toda-Poderosa Igreja Medieval?)
Lembremos do Papa Bonifácio VIII, preso e torturado pelo rei da França do século XIV (cadê novamente a Toda-Poderosa Igreja Medieval?)
Lembremos do Papa Clemente VII, refugiado no castelo de Santo Ângelo enquanto os bárbaros protestantes saqueavam Roma no século XVI (cadê a Toda-Poderosa Igreja Renascentista?)
Lembremos do Papa Pio IV, preso por Napoleão no século XIX.
Lembremos do Papa Pio VII, sucessor do acima, também preso de Napoleão em Fontainebleau.
Lembremos do Papa Pio IX, fugido escondido, enquanto a Igreja perdia a sua independência temporal sem os Estados Pontifícios também no século XX.
Lembremos do Papa Pio XII, inimigo acérrimo do Nazi-Facismo, circundado e virtualmente refém de Mussolini em pleno século XX.
Lembremos do Papa João Paulo II, abatido a tiros por um fanático islâmico (e/ou agente comunista) em plena praça de São Pedro há menos de trinta anos.
Lembremos do Papa Bento XVI, perseguido implacavelmente por distorções do discurso de Ratisbona, há menos de cinco anos!



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