Controle de Natalidade é uma tolice e uma agressão ao homem

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3 Comentários
São poucas vezes que concordo com Lênin, mas tenho de subscrever a frase atribuída a ele que idéias são mais perigosas que armas. Quantas pessoas não mata uma arma? Uma faca mata uma pessoa, uma metralhadora pode matar dezenas, uma bomba atômica milhares.

E uma idéia? O próprio comunismo do camarada Lênin está ai para provar que uma idéia matou 100 milhões de pessoas. A Segunda Guerra Mundial foi cafezinho perto disto.

Vamos matar as idéias então?
Claro que não.
Mas tem algumas idéias que nos matarão.

Dentre as idéias que mais matam, está o Controle de Natalidade. Este mata melhor que todas, porque nem mata, mais mata antes de nascer, mata aquilo que não é vivo ainda. É o super-matador, o matador perfeito, o matador definitivo, porque sua essência é mais que matar, é evitar...

Eu lanço um desafio a qualquer partídário do Controle de Natalidade. Quantas pessoas morrem no mundo por superpopulação? Eu já sei a resposta, ZERO. E se em algum lugar tem gente morrendo de fome, em outro lugar, as vezes não muito longe, tem comida sendo jogada fora. O problema NÃO É superpopulação. Ah, não...

Malthus, meus caros, estava errado. A produção de alimentos cresceu mais que aritméticamente (e a população cresceu menos que geometricamente). Viva os pesticidas, abaixo ao gafanhoto e a lagarta! Viva os fertilizantes! Viva a amônia, o nitrato e o fosfato! Viva a pecuária intensiva! Viva o capitalismo selvagem que reduz os custos de produção e aumenta a oferta! Viva a mão invisível do mercado que faz o plantador só pensar em seu interesse quando planta, porque é assim que muitos plantam e assim que muito mais gente come! Viva as novas fronteiras agrícolas, que crescem responsavelmente e com respeito à preservação ambiental!

Finalmente, viva a agricultura e pecuária brasileiras, estes heróis do nosso século, tão atacados pelo paganismo ecológico!

Absolutamente não há motivos para as pessoas restringirem sua progênie se não quiserem. Quantos filhos quer ter um casal? Quantos quiserem. Nenhum, um, dois, três, cinco, dez, vinte, que seja! É liberdade deles! Tomem as medidas moralmente válidas e vivam sua família, do tamanho que Deus o permitir!

Se houvesse uma real preocupação científica, o Controle de Natalidade seria atirado no lixo, porque os fatos já o negaram faz tempo.



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3 comentários:

  1. Frei, mas um casal católico não é obrigado a ter o máximo de filhos que puder? Não é só em caso de extrema necessidade que podem apelar para o espaçamento dos nascimentos dos filhos pelos métodos naturais?

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