Pequi pecado

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4 Comentários
Senhores! Depois de muitas meditações teológico-botânicas cheguei à conclusão, a moda Telhardin, que a fruta do Bem e do Mal no Jardim do Éden...

... era um pequi!

A fruta parecia inofensiva, facinha de comer, perfumada e de aparência suculenta. Mas depois que a humanidade cravou gulosamente os dentes nela, ficou com os espinhos do pecado cravados em sua boca. E todos sabem que ninguém consegue tirar sozinho espinho de pequi da própria boca, mas precisa de ajuda externa... in consequentiam, demonstra-se a redenção operada por Deus para salvar a humanidade. Ajuda que se faz com pinças, que são aguilhões, ou seja, pregos na madeira do espinho de pequi. A metáfora aqui é claríssima.

Maçã nada! Era um pequi!


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4 comentários:

  1. Pequi cozido é menos perigoso.

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  2. kkkkkkkkkkkkkk Só pode está de brincadeira mesmo.... Dizer que a fruta proibida era um pequi... Não conhece nada de teologia mesmo... pobre criatura... Que pena que existe pessoas assim e ainda se intitula Frei. kkkkk

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  3. 'pobre criatura... Que pena que existe pessoas assim e ainda se intitula Frei.' (SIC)


    E você, caro Nilson, criatura mais pobre ainda, não entende nada é de LÍNGUA PORTUGUESA.

    Primeiro porque escreve como um analfabeto funcional e não entende a IRONIA do texto.

    Segundo porque é "Que pena que EXISTAM pessoas assim", com mesma concordância no verbo entitular. Aprendeu a conjugar, "Niuçon"?

    Volta para o primário, Nilson, que eu volto para o curso de teologia, tá? Ou melhor, de Exegese. Ah propósito, é E-XE-GE-SE, não HE-ZE-JE-ZE

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