Missa das baladas - II

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Leitores perguntam da missa das baladas, ocorrido em Maringá. O Frei as vezes é profeta, neste post aqui eu já abordo o tema. A questão é que abordei ir na missa e depois na farra,  e não transformar a missa numa balada, o que é ridículo (Demerval disse aqui do meu lado: "Seria uma balada muito chata, com uma missa no meio". Dei um croque na sua orelha.) 

Mas São João Maria Vianney não dizia que ao entrar num baile deixamos o anjo da guarda na porta e passamos a ter um demônio?  Frei Aurillac de Nice replicou esta passagem: "São João Maria dançava muito mal, por isso disse isto!". Se tãop venerável santo dizia isto de um baile novecentista, o que não diria de um baile funk? Talvez ter um demônio pelo menos nos ouvidos, para agüentar tal música! 

Ou que tal um rasta-pé depois de uma festa junina? Acredito que o dia ideal para se ir na missa e depois ir no forró é dia 13 de junho, dia de Santo Antônio. Assim você ainda ajuda o Santo a lhe arrumar um par... não poucos santos casamentos começaram com um malicioso flerte. 

Frei Rojão está mais irreverente hoje. É terça-feira. Eu odeio terças-feiras.


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2 comentários:

  1. Olá Frei, meu nome é Frei João Tuck, também acabo de ciar um Blog.
    Gostaria que o visitasse e que me ajudasse a divulga-lo. Vamos somar os esforços para que o Cristo reine por toda parte.
    Em Cristo, Frei João Tuck, OACJ.
    Que Maria Santíssima, a Senhora das Graças, Interceda por nós. Amém.

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