Fiel de belo nome recomenda uma prática para o sábado de Aleluia

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Não sou membro da OAAO nem da OASE, apesar de ter um carisma semelhante ao da OAAO, mas deixemos essas questões vocacionais para depois. Ultimamente ando mais com vontade de usar contra os hereges e os púlpito-stars o chicote e o porrete do que as palavras. Para não causar muito escândalo, preferi o exílio, eremitando por uns tempos, e passo os meus dias solitários a praticar o BOXereger. Para esta prática, preparei uns bonecos do Boff, do Frei Beto e afins, e pendurei-os numa figueira aqui em frente à entrada da gruta onde medito. É uma maneira de não me afastar completamente do meu pretenso carisma.

Idem velle atque idem nolle, ea demum firma amicitia est. [Salústio, Catilina 20.2]


Frei Rojão responde:

Bela prática em sábado de Aleluia. O importante ai é que no desejo de malhar os Judas na figueira, tu não deixes cair alguns dos figos. Figueira sem frutos não tem perdão.

Não recomendo malhar personagens eclesiasticas, mas Boff & Betto, luzes da Ordem Dominicana brasileira, já não podem ser considerados mais religiosos no sentido estrito. Uma única vez eu fiz um Judas de um bispo e entreguei para as crianças. Quem é este, perguntaram? Eu respondi, D. Fulano Beltrano. Mas não dá pra perceber que é um bispo! Eu disse, Claro não vou deixar malharem paramentos eclesiásticos??? Depois minha consciência me pesou. Santo Amúlio recomenda que para cada pedra atirada, duas pedras sejam atiradas em si mesmo, pelos seus pecados.

Salústio? Salústio é muito leve. Para Boff, Betto e discípulos mitrados eu dedico na verdade os versinhos de Catulo - num sentido estritamente teológico: Centum an ducenti, non putatis insuli me una ducentos irrumare sessores?


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