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Um leitor cancelou a assinatura do Estado de São Paulo, alegando por escrito o alinhamento deles com o Foro de São Paulo. Acabou de me contar que recebeu a ligação de alguém do jornal mais triste que Maria Madalena chorando aos pés de Cristo. O "estadense" se defendeu dizendo que se o jornal era atacado por direita e esquerda - e surpreendentemente agora pela direita - o jornal deveria estar no rumo certo e tentando entender os motivos. Quem me contou diz que o tom foi de entristecer mesmo. Mas foi respondido que foi devido às mentiras deles ao cobrirem as manifestações, onde fizeram conchavo com a Folha para inventarem um único sujeito que defendia a intervenção mitar e ridicularizar os protestos.

O estadense se defendeu mais uma vez que a opiniao do jornal era o editorial, na pagina 3. Nosso leitor, que cancelou, replicou que de fato o Estadão criticava o governo no editorial, mas fazia todas as reportagens a favor do governo e do PT no resto do jornal, e que julgava que aquele editorial era mais um engana-trouxa para gente como ele.

Por fim a discussão chegou ao fim e a assinatura permaneceu cancelada. E nosso leitor disse para o Estadão ir buscar ajuda do governo a quem tanto defendia. "Com meu dinheiro não" terminou.

Boicotem mesmo estes jornalões. Sem pena. Ou falam a verdade, ou não vendem.

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(...) do blog do grande Aluisio Alorim:

Não forneço mais links de reportagens do Estadão, Folha de S. Paulo e O Globo. Não irei me referir mais à grande mídia, com exceção da revista Veja e seu site.
Aqui neste blog esses vagabundos e mentirosos da grande mídia brasileira que vivem lambendo o rabo dos comunistas não serão mais mencionados.(...) Cuspam nesses jornais! Boicotem a grande imprensa. Desliquem a televisão. Troquem tudo isso pela mídia alternativa da internet e blogs independentes como este aqui.
Olha, pessoal. Eu até que gostaria de escreve textos analíticos sérios e bem elaborados. Mas confesso que esses políticos vagabundos e ladravazes e mentirosos não merecem a mínima consideração.

Aluisio Amorim

A CNBB é um sindicato/associação de bispos. Ela deveria existir para facilitar a vida dos bispos naquilo que é comum à Igreja do pais. A CNBB NÃO É a Igreja católica no Brasil. O Codigo de Direito Canonico de fato dá algumas atribuiçoes ADMINISTRATIVAS a uma conferencia nacional de bispos, mas nenhuma doutrinária. Nenhuma. Podem verificar se não acreditam em mim. Portanto não existe esse negócio de "obedecer à CNBB". A CNBB não existe como membra da hierarquia sobrenatural da Igreja.  Aliás, a CNBB já foi capturada pela esquerda e nem aos bispos mais serve. 

Sobre a Operaçao Lava-Jato estou impressionado como bastou um juiz - um único e apagado juiz - para botar de joelhos a maior quadrilha do Brasil.

Lógico que Sérgio Moro não está sozinho. Ao seu lado militam também excelentes membros do Ministério Público e outros honestos varões da Polícia Federal, além da Imprensa independente.

Mas não deixa de ser impressionante o poder devastador e lancinante que um homem justo tem frente a uma quadrilha de safados. O bem é sólido como uma pedra, já o mal é uma vidraça pronta a ser espatifada pela pedra do bem.

E ao ver estes homens agindo e purgando nossa corrompida República, penso que é verdadeiro o ditado que diz que os maus triunfam com a omissão dos bons. Nós podemos muito, sim, podemos! Ao mesmo tempo carregamos pecados de omissão por não fazermos o que devia ter sido feito, por ter enterrado o talento da honestidade.

Sim, os grandes papas do passado advertiram sobre os perigos do hipotético exagero do liberalismo econômico transbordando fora da economia nas relações humanas. Mas estas advertências não se comparam às CONDENAÇÕES e EXCOMUNHÕES gravíssimas com que combateram o veneno do marxismo e do comunismo, como doutrina ímpia e inimiga eterna da cruz. Uma coisa é saber que o remédio aspirina em excesso faz mal, outra coisa é o veneno que em pequenas doses já faz cadáveres. O marxismo é o veneno. 


Dizer que a Igreja condena igualmente ambos, liberalismo econômico e marxismo,  é como dizer que uma multa por estacionamento proibido e 30 anos de cadeia por homicídio são penas iguais para atos igualmente criminosos. Est modus in rebus. As coisas tem modulação.


Toda matéria econômica é amoral. Sendo amoral, a moralidade depende das intenções particulares de seus agentes individuais. Por mais que se fale de "pecado social" no sentido do "problema do sistema", como disse o grande João Paulo II, o pecado é um ato individual. O "sistema" não é gente para pecar. 


A Igreja não condena o liberalismo econômico no sentido proibitivo do termo. Adverte quanto aos excessos mas dai afirmar que é "condenação" é como disse acima, igualar multas de transito com cadeia. Maéeria econômica é materia de liberdade individual. O que nao podemos fazer é tomar as incompreensões dos fenômenos economicos de certas epocas na Igreja e vaza-las como regras. Exemplo claro é a incompreensão medieval (e é desta época mesmo) do conceito do "valor do dinheiro no tempo", que é um dos conceitos mais basicos da matemática financeira. Um medieval de fato contestaria que 100 moedas de prata hoje valessem 101 moedas daqui a um mês. Mas certamente não entenderia se eu explicasse hoje em dia o que chamamos de "real", "dólar" ou "euro" são títulos de crédito sem lastro emitidos por um banco central de um governo e que são criados não pela máquina de imprimir papel-moeda, mas pelo fator multiplicador bancário que empresta para várias contas também de crédito o dinheiro que na realidade não existe nem em moeda, nem em papel, nem em ouro, nem em bens... Mas sim como valores de contas de partidas dobradas arquivadas eletronicamente... Que aliás foram inventadas por um monge...


Porém lembro que mesmo naquela época Santo Tomás disse ser justo que aquele que empresta receba uma contrapartida pelas importâncias postas a disposição. Portanto é de uma extrema imprudência bater o martelo e pontificar um "anathema sit" na correção monetária. Hillaire Belloc comenta mais a fundo estas questões, mas ainda assim na época de Hillaire (e Chesterton) a economia não estava tão bem fundamentada quanto hoje.


Lógico que os comunas e adeptos da teologia da libertação dizem que "condena o liberalismo" justamente porque as escolas liberais contestaram o marxismo na economia de maneira muito definitiva.


Penso que uma das razões pela qual muitos católicos torcem o nariz a estas escolas econômicas, além da difamação marxista, é que estas escolas também demonstraram a impraticabilidade do Distributivismo, querido a Leão XIII, Chesterton e Belloc. Muitos católicos tentam tomar os alicerces não-continuados do distributivismo e propô-lo como terceira via entre capitalismo e socialismo. A realidade econômica faz picadinho destas pretensões. 


Porém as incompreensões dos eclesiásticos em matéria econômica são amplas até o dia de hoje. Mesmo o papa Francisco, saindo das sandálias petrinas da infalibilidade em fé e moral, na Evangelium Gaudium pontificou comentários bem superficiais sobre economia. 


Como disse num artigo passado, antigamente o erro dos eclesiásticos foi quererem pontificar sobre astronomia como se fosse doutrina revelada. Esta tentação se dá na economia, onde infelizmente não existem telescópios para demonstrar erros patentes.

A esquerda foi excelentemente bem sucedida ao inocular nos católicos, e aqui me refiro aos conservadores e bem formados, um ódio subconsciente e irracional às escolas liberais de economia. Foi um golpe de mestre. Sempre que falo de Mises, Hayek, Friedman ou outro grande da economia - ciência mundana - vejo esgares de ódio irracional em muitos católicos. É pura programação mental esquerdopata porque ouso dizer que 99% de nós não sabe patavina no que estes senhores disseram ou da ciência que ensinaram. "Ouviram falar" provavelmente num hábil esquema gramsciano que são "contra a doutrina", o que é falso. E num mundo dominado pelo marxismo, e a Igreja também vítima dele, os programadores mentais gramscianistas conseguiram que tenhamos preconceito e repilamos os grandes contestadores e combatentes das idéias marxistas na economia (além de todos os outros ramos do conhecimento que esta doutrina nefasta pode ser combatida). E de tal maneira é paradoxal isto que é como se fôssemos contra o arianismo mas rejeitássemos Atanásio, como se fôssemos contra o maniqueismo mas rejeitássemos Agostinho. É como se o câncer habilmente ensinasse o corpo a rejeitar o composto da quimioterapia.


Aqui vai a dica: as esquerdas puseram muito joio no meio do trigo muitos anos antes e ainda não vimos todo ele. Sejamos mais prudentes, leiamos mais, pensemos mais e vamos agir estratégicamente: nosso inimigo é a mentalidade revolucionária, anticristã e mentirosa pela definição. Todas as ajudas e todos os estudos que debulharem e contestatem esta grande ameaça à nossa fé são nossos aliados, e servem à verdade cristã ao exporem a mentira esquerdista, mesmo que não estejam na perfeição católica. Não podemos querer lutar apenas cercados de Agostinhos e Aquinos. Muitos homens bons e honestos, em diversos graus de graça e proximidade à Verdade, precisam estar conosco nesta luta. Não sejam mais idiotas úteis das esquerdas repetindo slogans, mesmo pensando serem ortodoxíssimos assim.

Um leitor pediu que publicasse sua cartinha singela a um jornal cancelando sua assinatura.


"Senhores, desejo terminantemente cancelar minha assinatura deste detestável jornal. O Estado de São Paulo tornou-se imprensa chapa branca a serviço do PT, do fim da democracia e do Foro de São Paulo. Vocês foram asquerosos e mentirosos ao cobrirem tendenciosamente os protestos últimos contra o governo e pela democracia. O Estadão se nega a noticiar sobre a maior ameaça que paira sobre este pais, o Foro de São Paulo, e torna-se ativo colaborador dele ao esconder a verdade sobre ele. Não mais com meu dinheiro, não mais. Se vocês desejam ficar sob a vara do controle social da mídia não será com minha colaboração. Sendo assim, seja cancelada terminantemente minha assinatura."


Este é o verdadeiro e mais justo controle social da mídia.



Os protestos dos homens de bem contra a corrupção, a fraude eleitoral e a bolivarianização do PT tomam o pais inteiro.

Os lixos da imprensa bolivariana, como a Folha do Foro de São Paulo, o Estábulão, a ex-poderosa Rede Globo (de joelhos ao petismo) ou ignoram ou ridicularizam impiedosamente como golpistas. Foi assim com o Cansei em 2007.

Bem, mas agora é diferente. Agora NÃO DAMOS A MÍNIMA. Podem ridicularizar a vontade. Who cares? Vocês perderam.

E não pararemos. Não, não, não!!!